Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 10 de julho de 2017

OS POLÍTICOS QUE ARREBENTARAM COM O BRASIL, ESTARÃO NA TELINHA EM 2018. O ELEITOR SABIAMENTE ESCOLHERÁ AQUELE QUE MENOS ROUBOU. A SUCESSÃO PRESIDENCIAL SERÁ UM MARCO DECISIVO, PARA INDICAR A MANUTENÇÃO DO RETROCESSO, DA IMPUREZA E DO DESCASO COM A SOCIEDADE. E GORA?
ROBERTO MONTEIRO PINHO
O cenário político nacional, não deriva da má escolha de representação parlamentar e sim da deformação do processo dos poderes da República que mergulhou na indecência e perdeu a credibilidade junto à comunidade. E o Congresso Nacional, Supremo, a mais alta Corte do país, e o governo respeitam a cidadania?
Não se trata de uma questão de direita ou de esquerda e sim da deformação humana, e sim da postura dos que oferecem seus serviços para defender e trabalhar em prol do cidadão e da nação.
Analisando pelo ângulo das medidas de ordem legal, com a instalação de CPIs, operações policiais, inquéritos, pedido de providencias do Ministério Público por último da força tarefa da Lava jato, o brasileiro se depara com uma panorâmica, onde os ingredientes se misturam e se transforma em autêntica metamorfose, com o entrelace de situações, na qual se identifica uma verdadeira rede de interesses, de todos por todos.
Na ponta desse cenário avassalador, está o judiciário brasileiro, na outra o Poder Legislativo, e por mais que possamos acreditar na honestidade dos seus atores, as respostas, a cada momento não traduzem de fato uma realidade, que possa dar crédito, e apontar para a solução, e sim para o aumento ainda mais da crise institucional e moral desses dois pilares.
Na verdade o que vemos, é uma polícia federal esvaziada, com corte de verba, para que não investigue com precisão e profundidade. Troca de titularidades em cargos estratégicos, para que os que ali estão não se aproximem das falcatruas e as denuncie.
Uma lista de instituições e empresas estatais lidera a lista do saque generalizado. Petrobrás, Furnas, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Correios e outras estão mergulhados no mar de corrupção.
Se não irônico, a que se autodenomina oposição, se constitui num grupo, que também conforme amplamente divulgado nos meios de comunicação e nas mídias sociais, está comprometido em várias situações de corrupção e de afronta aos bons modos e costumes.
A esses interessa tão somente a denominada visibilidade de mídia. É por esse viés que a chamada esquerda brasileira, trabalha e se garante no poder. Usam o horário eleitoral da TV, os seus mestrados dos jornalões, e dos que eles denominam de coletivos, para então alçarem seus mandatos, cujos gabinetes, estão repletos de ativistas assalariados.
Esses senhores se elegem usando o degrau de candidaturas relegadas ao segundo plano, que só enxertam a listas. O segundo time da dita esquerda é usado para eleger uma elite de parlamentares, que exploram o tempo de TV no horário eleitoral, para massificar no garimpo de votos, enquanto outros são alijados do processo criminoso, que sequer lhe oferece um diminuto espaço na tela.
Por anda o nacionalismo? A coragem e destemor de lideranças se esvaíram ao meio de interesses fisiológicos e de continuísmo. A paixão pela luta deu lugar a pratica lesiva.
A ESQUERDA BRASILEIRA NÃO EVOLUIU. Não deriva de Marx nem de Mao, não tem programa. São os mesmos de sempre, e não possui uma identidade capaz de convencer a massa humana, criada a exemplo da “onda”, que surpreendeu a todos em junho de 2013, e que selou seu compromisso, ai sim ideológico, ao anunciar: “Vocês não nos representam”.
 O parlamento brasileiro não possui um programa para os brasileiros. Questões latentes e vitais para que o Brasil se incorpore as grandes nações, não saem do lugar.
A tributação, juros escorchantes praticados por bancos em flagrante acinte ao direito do consumidor, distribuição de renda, a reforma política, a malha rodoviária, responsável pelo transporte de nossas riquezas, saúde, segurança e fim da estabilidade no serviço público,
Esse é um latifúndio que só atende aos seus atores, em detrimento de uma massa de milhões de trabalhadores da iniciativa privada que mínguam com escasso salário e pífios benefícios.
Querem o Lula, ou FHC, mas quem deseja isso? Evidente que o primeiro tem o incentivo dos “boquinhas”, hoje desesperados e fora do cargos públicos. Esses quando no poder se mostraram incompetentes e verdadeiros canibais da máquina estatal.
FHC representa a entrega das riquezas a grupos capitalistas que sangram o país, até a debilitação do seu patrimônio. Priorizou banqueiros e especuladores donos de fundos denominados de “abutres”.
FHC não privatizou para acabar com o emprego público, o fez para negociar com investidores. Lula fez o social, não para mostrar que é um estadista (e longe disso) e sim para se perpetuar no poder, com aquela insana proposta de “projeto de poder do PT”, desmoronado pela desastrada e incompetente ex-presidente Dilma Rousseff.
A julgar pelos acontecimentos em seu governo, a última responsável pelo caos político que estamos vivendo.
Um judiciário sem moral, o legislativo e executivo banhado pela corrupção, não é digno de ser mantido. O que se espera é a queda do governo, e todos seus membros, e do seu arcabouço falido.
Pedimos eleições diretas, e uma nova Constituinte, moderna, justa, fraterna e genuinamente nacionalista.


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